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fevereiro 10, 2019
dezembro 07, 2018
Francisca Chonlong | Medeiros Cabral
"Eu vejo, eu sou"
Para o concurso Medeiros Cabral foi nos proposto refletir como a arte fala da vida, dos afetos e do poder.
Na minha prespetiva, este tema pode ser abordado de várias formas, no entanto a que se realça mais ao meu ver, é a forma como individuos reagem perante a situação em que se encontram.
Nesta interpertação, decidi criar um retrato envolto por mãos (sociadade e situações) e recortar os olhos do suporte(caixa), para adicionar um sistema giratório dentro do suporte, em que estarão presentes dois olhos de vidro 3d com várias pupilas, que representam as personalidades do individuo consoante a situação.
Ainda adicionei uns óculos com um filtro no lugar das lentes que representará a situação imposta.
foto 1
Pintei o cabelo de forma a dar continuidade ás mãos para que dê mais o efeito de "sufoco"
foto 2
Para o concurso Medeiros Cabral foi nos proposto refletir como a arte fala da vida, dos afetos e do poder.
Na minha prespetiva, este tema pode ser abordado de várias formas, no entanto a que se realça mais ao meu ver, é a forma como individuos reagem perante a situação em que se encontram.
Nesta interpertação, decidi criar um retrato envolto por mãos (sociadade e situações) e recortar os olhos do suporte(caixa), para adicionar um sistema giratório dentro do suporte, em que estarão presentes dois olhos de vidro 3d com várias pupilas, que representam as personalidades do individuo consoante a situação.
Ainda adicionei uns óculos com um filtro no lugar das lentes que representará a situação imposta.
foto 1
Pintei o cabelo de forma a dar continuidade ás mãos para que dê mais o efeito de "sufoco"
foto 2
novembro 28, 2018
Vitória Paiva | 12°F
"A queda do fingimento"
O tema abordado neste trabalho é o indivíduo. Onde pode ser visto de várias maneiras. Neste trabalho o indivíduo é abordado como um fingidor.
De facto, todos temos algo que idealizamos, que varia de pessoa para pessoa. E alguns fingem ser algo que não são, tornando-se em indivíduos fingidores.
Eles desejam chamar a atenção, ser popular, ser admirados, por essa razão eu um escolhi cores bem chamativas, que captam a atenção (vermelho,laranja e amarelo).
Com o passar dos anos esse fingidor já começa a desmoronar, a cair. Já não aguenta mais fingir ser outra pessoa fazendo então a sua verdadeira cara vir ao de cima.
A minha obra caracteriza essa última parte, a decadência do fingidor, porque tudo que esconde e mente vem sempre ao de cima, alguma altura.
novembro 27, 2018
Beatriz Medina | 12F | Medeiros Cabral
SINOPSE - MEDEIROS CABRAL 2018/2019
Após alguma reflexão no tema deste ano, A Arte fala da Vida: da Identidade, dos Afectos e do Poder, relacionei-me mais com a Identidade. Querendo, assim, explorar isto do “o que é que nós somos”.
Para nome do projeto, em instalação, pensei em algo relacionado com MOLDAR pois é exactamente esse “ moldamento “ que pretendo realçar.
Pensei na identidade como O que nos constitui. Esta reflexão levou me à maneira como cada um de nós encara uma “mascara”, um estatuto, consoante a posição e local onde se encontra. Por exemplo, na escola sou o “eu” aluna, em casa sou o “eu” filha/irma etc. “Moldação” esta natural, pois nós somos seres humanos em plena adaptação ao espaço onde nos encontramos.
Para desenvolver este tema pensei em criar algo que nos fizesse ver a nós próprios mas também mascaras como representação daquelas que “vestimos” no longo do nosso dia.
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Estrutura vista de frente.
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Margarida Rodrigues 12ºF / medeiros cabral
Pessoalmente, acho que este tema “A
arte fala da vida : da identidade, dos afetos e do poder” pode ser abordado de
variadas formas e pode dar aso a imensas ideias.
“O
principal problema na definição do que é arte é o facto de que esta definição
varia com o tempo e de acordo com as várias culturas humanas. Devemos, pois,
ter em mente que a própria definição de arte é uma construção cultural variável
e sem significado constante”.
O projeto no qual estou a trabalhar
será apresentado como uma instalação. Tenho como objetivo “expor” um
caleidoscópio feito por mim, e que, em vez de ter as comuns missangas terá
provavelmente a representação do meu próprio rosto que, posteriormente ao ser
visto através do objeto irá sofrer cortes, distorções e desfigurações, acontecimentos
estes que consigo interpretar e relacionar com o tema pelo facto da arte ter a
capacidade de representar várias identidades e personalidades e pelo facto de
existirem muitos fatores que influenciam como, neste caso, a visão e a
interpretação de cada um. Por isso acho que pelo facto de o meu rosto aparecer
desconstruído já simboliza a multiplicação
de uma identidade.
Em relação ao poder eu acho muito
interessante se conseguir utilizar a luz como elemento essencial e com um poder
infinito. Pensei então em deixar claro que para meu trabalho é obrigatório o
uso de luz (natural ou artificial) pois, tal como para a funcionalidade de um
caleidoscópio ser necessária a luz, é também imprescindível na criação de uma
personalidade e de uma identidade (a luz aqui pode ser símbolo de certa forma
do contexto em que cada individuo está). Quando a luz muda (quando a perspetiva
e a visão mudam) a identidade de uma coisa ou de uma pessoa automaticamente
também mudam.
Tive sempre como objetivo e desejo que
a minha instalação fosse feita para se “sentir”, ou seja, de forma a que todos
os órgãos dos sentidos pudessem ser utilizados e que cada pessoa pudesse, de
certa, forma ter a sua própria opinião e interpretação do trabalho e que cada
pessoa fosse necessária para a funcionalidade da minha instalação e pudesse
participar nessa minha opinião de desconstrução de identidade. Para isso vou
fazer com que as pessoas possam rodar e tocar no meu objeto (essencial para a
interpretação do trabalho), que possam olhar, espreitar e também que possam
ouvir.
Em relação ao som, vou sobrepor duas
gravações: uma do som que o caleidoscópio faz ao mexermos nele e outro de sons
que costumo produzir no dia a dia para que quando as pessoas oiçam, quase que
tenham a sensação de permiscuidade e relação com o interior do objeto que vai
muito além do exterior (tal como acontece com a identidade, afetos e poder pois
às vezes são muito mais ou muito menos quando os conhecemos ao pormenor e no
“interior”).
Estou a pensar em colocar o
caleidoscópio colocado numa espécie de tripé feita por mim com tubos de cartão,
para que o objeto fique acessível a todas as pessoas e que todos o possam
visualizar, tocar, ouvir e SENTIR.
Para que chame a atenção e para que seja fácil de perceber que se tem de mexer no objeto, no chão irá ser colada uma frase deste género “PARA, ESCUTA, VÊ E SENTE”, frase esta que posteriormente se poderá tornar no titulo da obra. Gostava ainda de “cercar” a minha instalação com uma espécie de fita para as pessoas tomarem atenção, como aquelas fitas que a policia mete em zonas de crime.
Em principio a instalação terá uma
dimensão de 150x150cm
novembro 26, 2018
HOMÓNIMO | Manuel Paiva 12ºF | Projeto para o Concurso Medeiros Cabral
Foi-nos proposto pela professora que, a propósito da nossa participação na 7ª edição do concurso Prémio Medeiros Cabral, trouxéssemos imagens, nas quais tínhamos que demonstrar diferentes emoções e expressões, tanto faciais como em iteração com as mãos. As imagens que escolhi foram as seguintes:
Sabendo que o tema do concurso é: "A Arte fala da Vida: da Identidade, dos Afetos e do Poder", este seria um bom ponto de partida, do qual podemos fazer quase tudo o que quiséssemos dado que acabava por se adequar ao tema (desde que, de alguma forma, incorporasse desenho, devido à sua integração e desenvolvimento nas aulas de Desenho).
De início comecei por fazer um desenho que juntasse várias das imagens que escolhi:
Ainda assim, decidi abortar completamente esta ideia, pois, apesar de conciliar bem com o tema (como qualquer coisa que poderia ter feito), achei a resolução um pouco simples e sinto que não demonstra totalmente a arte que pretendo mostrar ao mundo como futuro artista. Sou uma pessoa complicada e não gosto de ir pelo caminho mais simples. Gosto de desafios, pois puxam-me para além das minhas capacidades e obrigam-me a sair da minha zona de conforto.
Após várias aulas sem nenhuma ideia, surgiu-me espontaneamente...
Na disciplina de português, estávamos a estudar a poesia de Fernando Pessoa, cuja deixa-me verdadeiramente intrigado. Como é que é possível uma pessoa estar de tal forma dividida e conseguir criar personalidades (heterónimos) com vida e características completamente diferentes da própria pessoa que as criou? Que são o completo oposto umas das outras, mas que acabam todas por ser a mesma pessoa. Foi então que uma instalação que junta as imagens, através de máscaras, pelos olhos e boca, acabando num pimento não me saía da cabeça.
Obviamente, tal como em todos os projetos, a ideia inicial nunca acaba por ser a final. A instalação envés de ser exposta horizontalmente, é exposta verticalmente; Aquela ligação óbvia entre os olhos e boca já não existe; O forma das mascaras ia ser muito mais definida e com outro material, que através de experiência, vi que não iria resultar (o que quase me levou a mudar o trabalho completamente para outro rumo). Mas, como a nossa professora refere indeterminadas vezes: temos de saber tirar partido dos erros.
O esquema final é, dessa forma, o seguinte:
Através do plano, temos vários elementos que se destacam:
- Pimento - Apresenta-se no topo. É o cérebro (razão) do indivíduo, que controla tudo o que está ligado a ele. Decidi utilizar um pimento verdadeiro porque este vai apodrecendo com o tempo, e tal como o cérebro do homem, chega uma altura em que simplesmente não aguenta com tanta confusão. Para além disso, acho interessante o facto da minha peça, ter um elemento que nunca se mantém fixo e que pode levar a quase uma autodestruição dela (sem ela não há sentido).
- Faces- Todas diferentes, mas todas representam o mesmo. As diferentes personalidades que o homem cria para agradar a um público exigente. Representam o poder, ou quase talento, que é tornar-se numa pessoa oposta para ser aceite. Utilizei pratos de plástico e depois com tinta acrílica desenhei diferentes caras minhas através de esboços de fotografias:
- Caixa- O verdadeiro indivíduo. Colocada no chão porque não tem necessidade de se apresentar tal como apresenta as outras faces ao público. Ainda assim é a mais crua e semelhante ao pimento (por cor), por ser a mais real, mas condicionada (por forma). É feita a partir de uma base para cortar vegetais, na qual desenhei gravando com um ferro de engomar, derretendo-a.
Finalmente, para concluir o trabalho, a sinopse que vou apresentar juntamente com o trabalho é:
HOMÓNIMO
Viver é ser outro.
Nem sentir é possível se hoje se sente como ontem se sentiu.
Bernardo Soares,
O Livro do Desassossego
A possibilidade do Homem conseguir criar (novas) personalidades para agradar a um público.
Todas essas personalidades estão interligadas, dado serem criadas pelo mesmo indivíduo, a um pimento (cérebro, sentido, razão), que apodrece. Isso remete ao facto do indivíduo, a um certo ponto, não conseguir esconder-se mais atrás das máscaras que construiu, revelando a sua verdadeira identidade, o que o destrói.
Identidade - personalidade que o indivíduo cria
Poder - o poder de conseguir criar outras personalidades
Afeto - a necessidade de ter afeto de outros, mas sentir necessidade de se disfarçar para os agradar
Rita Costa Medeiros |12ºF| Estender a mente
Estender a mente
O concurso Medeiros Cabral propôs uma reflexão: de que forma a arte fala da vida, dos afetos e do poder?
À qual eu respondi com o meu projeto Estender a mente.
A primeira ideia que me surgiu foi representar o indivíduo sem definir géneros. E para tal efeito, reuni um objeto comum aos dois: meias.
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| Esboço das meias. |
Seguidamente, pensei numa forma de exposição e decidi criar uma instalação. Esta, viria a ser um estendal com seis meias de papel a preto e branco e apenas uma meia de tecido e colorida. Também seria de interesse destacar que as meias de papel vão estar dentro de um saco de plástico.
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| Meias em papel. |
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| Meia de tecido (antes de ser pintada). |
| Meia de tecido (pintada). |
| Esboço do estendal. |
Com o meu projeto não pretendo estabelecer só uma interpretação, mas sim ser um meio proporcionador de várias interpretações.
Será por acaso apenas uma meia não ter o seu par? E ser a única sem saco de plástico? E a única com cor?
De que forma falará a arte sobre a vida, sobre os afetos e sobre o poder?
Mariana Leite | 12.º F | Desenho
Ilusão de uma identidade
A nossa professora propôs nos desenvolver um trabalho no âmbito da 7ª edição do Prémio de Artes Visuais Medeiros Cabral do tema da arte que fala na vida, afetos e poder.
Primeiramente, neste projeto, vou abordar a questão da identidade, que é a essência deste projeto. Este consiste na junção de dois subtemas: a ilusão e a “perspetiva do nosso olhar”.
Hoje em dia, todos nós criamos ilusões. acerca de tudo. Tudo o que nós vemos será mesmo aquilo que vemos? Ou depende da forma como olhamos para as coisas? (Perspectiva do olhar).
Ao olharmos para as coisas assumimos o que elas nos parecem à primeira vista, mas quando olhamos pela segunda vez e com mais atenção, parece-nos sempre diferente.
No caso da identidade de alguém, não podemos definir o mesmo pela forma que olhamos pela primeira vez, ao termos um “segundo olhar” vemos este alguém a realidade de uma forma completamente diferente.
Esta é uma atitude tomada com frequência nos tempos de hoje, na qual faz-nos pensar no que realmente importa na nossa vida.
Para desenvolver esta ideia, no meu trabalho, vou construir um estore pintado com duas expressões faciais diferentes. Em que quando o abrimos vemos uma imagem e quando o fechamos vemos outra (mais expressiva do que a primeira). Isto porque, quando olhamos de uma primeira perspetiva vemos uma imagem, mas quando olhamos de uma outra prespetiva vemos outra imagem. Ao fazer isso, tento criar uma ilusão de identidade.
Construção do estore:
Materiais:
Tábua de madeira (90cm)
Roldanas
Fio
Camarões
Placas de acrílico
(Falta a foto)
Maria Helena | 12ºF | "Peer Pressure"
"Peer Pressure" é o termo em inglês para "Pressão dos Pares", é a influência que grupos de pares exercem sobre os membros individualmente, para a conformidade das actividades, crenças, ou normas do grupo.
Antes de iniciar o meu trabalho, foi pedido pela professora que tirássemos algumas fotos em que aparecesse os nossos rostos e mãos, passando-as para preto e branco.
Destas fotos seleccionei duas:
A ligação entre as duas fotos não foi tão complicada quanto esperava, mas quando parti para a execução do trabalho, em termos de: quais materiais usar, qual suporte utilizar e qual técnica usar, comecei a ter algumas dificuldade.
Comecei por experimentar colagem de papel de jornal e a utilização de cores quentes, mas o resultado não me satisfez. Além disto, utilizei a técnica de costura mas, também não me agradou.
Depois de pensar qual suporte usar, comecei desenhando o esboço e a pintar num suporte de cartão fino e muito maleável. Porém o cartão não era resistente, então, segui para outra opção, cartão de caixote (cartão canelado).
Após definir o suporte, fiz o esboço e comecei a pintar com tintas acrílicas.
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