maio 29, 2024

“Tenho a minha cabeça numa caixa”|Mariana Feleja| 11 I | trabalho e ilustração baseado num livro, peça encerada por Claudio Hochman.

 

               Inverno.

               Primavera.

               Verão.   


               Outono.

"Tenho a minha cabeça numa caixa" | Beatriz Chaves 11ºI

Primavera
Inverno
Outono
Verão 

 Para realizar este trabalho, inspirei-me na obra "O livro do ano". Na face da primavera fiz duas borboletas a cair pó das asas em cima de um montinho. No lado do Inverno representei uma janela a entrar neve para dentro de um quarto, já no lado do Outono colei formas de folhas de árvore a cair de um livro a representar a chegada da estação. Por fim, no Verão fiz uma pomba a ser alimentada de "palavras".

maio 28, 2024

maio 27, 2024

" Tenho minha cabeça numa caixa" | Margarida Ramos | 11⁰ I






primavera | inverno


outono | verão 


 outono


inverno


primavera


verão 


" Tenho a minha cabeça numa caixa " Mariana Medeiros | 11° I

 






"Tenho a minha cabeça numa caixa" | Júlia Craveiro 11°I


 





Encontro de escolas PNA Açores - Biblioteca pública | Matilde Andrade | 11°I



 

"Tenho a minha cabeça numa caixa" | Reportagem | Matilde Andrade | 11°I


 





  Ao desenhar a performance "Tenho a minha cabeça numa caixa", encenada por Claudio Hochman, fiz uma pequena reportagem da apresentação.

"Tenho a minha cabeça numa caixa" | Matilde Andrade | 11°I

outono

inverno

primavera

  verão 
 

     "Tenho a minha cabeça numa caixa", performance levemente inspirada no Livro do Ano de Afonso Cruz. Foi apresentada pelos alunos da escola Antero de Quental, pela coordenação de Claudio Hochman e assistência de Carlota Blanc. 

« Tenho a minha cabeça numa caixa » | Inês Paulos | 11°I


« Tenho a minha cabeça numa caixa»

    

    Este foi um projeto performativo coordenado por Claudio Hochman, onde, através da leitura da obra O livro do ano  de Afonso Cruz, interpretamos as diferentes estações do ano, ilustrando-as através de recortes de cartolinas pretas e brancas que foram colados sobre cada uma das quatro faces de uma caixa. 


    
    Para ilustrar o Verão comecei por pintar uma das faces do caixote de preto a fim de fazer referência ao tempo quente. Utlizando cartolina branca, concebi uma composição onde fundo alguns motivos que, na minha perspeiva são alusivos ao verão, tais como: um gelado;um sol; uma estrada; uma onda do mar.

    
    No que concerne o outono, comecei por divir diagonalmente a superfície da face consecutiva do verão, sendo que a metade de cima está pintada de preto e a outra de branco.  A porção superior representa a «partida» do verão e do tempo mais quente. Já a branca, alude à «chegada» do inverno e, naturalmente do tempo mais frio. Para o desenho em si, utilizei como referência um excerto do livro acima mencionado: « Debaixo do guarda-chuva é menos Novembro». Assim, optei por representar um guarda-chuva e um sol que surge debaixo do mesmo.




Para o inverno, pintei a totalidade da face da caixa de branco, para representar o tempo frio. À semelhança do verão, fiz também uma composição com elementos que, para mim, caracterizam esta estação, tais como: o fogo de uma lareira e um cachecol. Combinei estes motivos pondo a lenha e a chama por cima do cachecol. 




Por fim, para a primavera, pintei novamente uma diagonal mas desta vez orientada de maneira oposta à do outono, sendo que a metade superior é, desta vez, preta ( simbolizando a chegada do tempo quente) e a inferior é branca ( aludindo à partida do inverno). Na ilustração, representei o contorno lateral do corpo de uma mulher grávida , uma vez que, esta estação do ano simboliza a fertilidade e o desabrochar da Natureza que é representado também pela flor.






“Tenho a minha cabeça numa caixa” | Isabel Costa 11.o I

inverno
outono
verão
primavera




Para efetuar este trabalho, realizei uma pesquisa sobre aves migratórias de cada estação do ano, a fim de representar as quatro estações com originalidade e sem recurso a estereótipos. Primeiramente, na primeira fotografia, podemos observar a face do Inverno, que contém uma ave migratória da respetiva estação, denominada de papa-amoras. Ao transicionar para o outono, podemos verificar a presença de (ainda no lado do inverno) o começo da asa da próxima ave, o corvo, juntamente com folhas, representativas da famosa queda das folhas no outono, sendo então o próximo lado da caixa o representante dessa estação, já vendo o resto do corpo da ave mencionada. De seguida, é possível constatar um diferente lado, desta vez do verão, que revela um garajau, não só uma ave muito presente no nosso local de residência (Açores), mas esta é também, de facto, uma ave que migra nesta altura do ano, tal como qualquer outra mencionada anterior e futuramente/posteriormente nesta descrição. A ave encontra-se acompanhada de flores, que por sua vez servem de transição para a primavera, tal como as folhas mencionadas atrás. Finalmente, está presente no lado da primavera a famosa andorinha que não só migra, como também reproduz durante a época, sendo lhe portanto atribuído o titulo da “ave da primavera”. Esta é também vista como um símbolo de cultura portuguesa.