junho 06, 2018

       

O objetivo destas fotografias é representar o objeto de forma a dar foco aos objetos escolhidos e à forma que o escolhi representar.
O paradigma é a representação pessoal dos objetos escolhidos.
Suporte: Fotografia | Edição: Photoshop | Objetos utilizados: Prato; Gato de madeira
Mariana Leite | 11ºF - Desenho A | Paradigma da Arte contemporânea

The Butterfly Effect | Body Musical Ink | Carolina Maçarico

Num primeiro trabalho proposto à turma, foi pedida a realização de uma recriação a pastel de óleo baseada numa obra futurista, recorrendo ao uso de um objeto mecânico e aplicando as estratégias compositivas encontradas na obra analisada.  A obra que eu utilizei foi The Mud Bath- de David Boomberg e escolhi como objeto parte de uma torneira.


Numa segunda fase deste trabalho, foi-nos pedida a pesquisa sobre o paradigma do pós-modernismo e, segundo este, que realizassemos uma proposta estética do objeto explorado anteriormente, quer em pintura, escultura, fotografia, colagem, filme, etc. Eu optei por realizar um pequeno filme: The Butterfly Effect | Body Musical Ink .
Eu considero este filme, mais como um conjunto de "curtas-acontecimento". A ideia deste trabalho é mostrar que o elemento mais monótono do mesmo, é a causa de toda a ação ocorrida. Nesta curta, cada cor é uma nota musical
(Azul-Dó  Amarelo-Ré   Vermelho-Mi  Verde-Fá), enquanto que 
o branco, sendo a mistura de todas as cores, é harmonia e o 
preto, sendo ausência de cor, é também nulo de som.
Ocorre também um contraste peculiar entre o mecânico e o biológico.


Projeto Inicial- Rascunho


The Butterfly Effect | Body Musical Ink

junho 05, 2018

Francisca Santos 11ºF | Paradigmas


Um trabalho que começou com uma pesquisa sobre o Futurismo. Inicialmente escolhemos uma obra, a que escolhi foi "velocidade do Automóvel" do artista Giacomo Balla. Tivemos que analisar a mesma e de seguida foi-nos proposto escolher um objeto mecânico e representá-lo respeitando as cores e a forma de como representar o movimento da obra original. O objeto escolhido foi o quebra-noz. 



"Velocidade do Automóvel" - Gicomo Balla




STOPmente



"STOPmente" critica e aborda a dependência das redes sociais, algo muito comum e um problema muito abordado por todo o mundo. Como podemos ver no video,o cérebro é representado por uma Noz, sendo que o quebra-noz é o objecto que escolhi para a realização do trabalho. É estabelecida uma relação entre as redes sociais e o quebra-noz e o que elas podem fazer à nossa saúde mental, representada aqui pela quebra da Noz.

Sara Mata | Paradigmas | "Change"

Inicialmente foi proposto à turma realizar um trabalho baseado no movimento futurista, em que conseguíssemos analisar uma obra recriá-la a partir de um objeto mecânico, captando os movimentos e as respetivas carateristicas futuristas.  Baseei-me na obra - Woman on the Balcony de Carlo Carrà e escolhi como objeto um saca rolhas captando-o em várias posições e movimentos e geometrizando-o também.

Num segundo exercício teríamos que fazer uma representação do mesmo objeto com base  no paradigma do pós-modernismo num formato e suporte à escolha. Escolhi faze-lo em vídeo captando o mesmo objeto em várias situações utilizando também a rolha e a garrafa para transmitir a libertação da sociedade daí basear-me na população sensível e na sua transformação, utilizando três cores para a representar (azul, amarelo e vermelho) sendo que uma delas (vermelho) levando também a ideia de liberdade, que juntamente com o conceito de paradigma, representa a liberdade de expressão da mesma em vários aspetos sendo a arte um deles.


Beatriz Medina | Paradigmas: Futurismo |Arte Contemporânea



     Trabalho inicialmente baseado na obra de Santa Rita Pintor, a Perspetiva dinâmica de um quarto ao acordar, 1912, óleo sobre tela. Publicado na revista Portugal
Futurista em 1917. Com o intuito de escolher um objeto que exponha, utilizando a técnica do artista, o paradigma do Futurismo.



   
   Como segundo propósito, partíamos do mesmo objeto, no meu caso o apara lápis mas relacionando-o com o paradigma da arte contemporânea. Tendo em conta este objetivo final pensei em utilizar vídeo para representar a projeção do objeto por uma lanterna tendo como resultado final a imagem igual à parte da frente do Apara Lápis. 

Beatriz Medina, 11ºF

Márcia Câmara | Paradigmas

1ª Fase 

  O primeiro trabalho baseou-se no Futurismo e girou à volta de um objeto mecânico. Para desenvolver o trabalho fiz uma pesquisa sobre o movimento (contexto e paradigma) e selecionei a obra de um artista.

  
   A obra que escolhi foi "O dinamismo de um jogador de futebol" de Umberto Boccioni. Após análise e desconstrução  da obra parti para a recriação do objeto mecânico escolhido.
   Pretendi enfatizar o movimento tal como Boccioni, respeitei a organização espacial e usei a mesma paleta de cores: 



2ª Fase

 Nesta segunda parte do trabalho tinhamos de refletir sobre o paradigma do pós-modernismo.

  Decidi retratar o nosso futuro e como ele pode ser facilmente julgado ou influenciado por escolhas dos outros.



  Utilizei várias fotografias do objeto mecânico, que escolhi  na primeira fase, cortadas em pedaços. 
   
  Podemos observar várias ligações feitas pelas fotografias que representam nosso futuro. 
   
  As ligações a cinza representam as escolhas que os outros influenciam. 

  As azuis são as que queremos escolher e o que realmente queremos seguir. 

  As paragens pretas são as fases que somos julgados pelas escolhas e o começo de novas.

Leandro Rodrigues / Futurismo

Primeira fase:


Com o início do estudo sobre o futurismo, resolvi recriar uma obra de um dos autores desse movimento. Escolhi a obra de Carlo Carrà, Cavaliere Rosso.

O trabalho incluiu também um objecto, o objecto que escolhi foi uma vara de aço inoxidável usada nas batedeiras.


                                                        Cavaliere Rosso de Carlo Carrà


                                                     Recriação do trabalho de Carlo Carrà



Segunda fase:


Nesta segunda fase do trabalho tínhamos que realizar num suporte à nossa escolha uma reflexão sobre o paradigma do pós-modernismo com vista à recriação do objeto escolhido anteriormente.

Com o meu objecto teria que realizar uma forma de demonstrar o pós-modernismo, com este meu trabalho tentei explicar o movimento da vara e com sons que faziam caracterizar cada vez mais o que se passava, os sons passavam-se mais graves quando a vara está em movimento e o mais agudo quando está a cair a tinta preta um som mais grave, tentei transmitir a variação de cada plano, quanto mais tinta, mais rápido seria o movimento do objecto e som mais agudo ou grave.




Rita Costa Medeiros | Paradigma Vazio

Primeira fase:

Com o intuito de aprofundar uma aprendizagem sobre o Futurismo, resultou também várias recriações de obras de um artista que cada um escolheu. 

Escolhi a obra de Umberto Boccioni, Dinamismo de uma cabeça de homem- 1913. 

Este trabalho deveria também incluir um objeto mecânico que se movimentasse, o que me levou a escolher um saca rolhas.

Dinamismo de uma cabeça de um homem- Umberto Boccioni


Recriação: Rita Costa Medeiros

Segunda fase: 

Nesta segunda fase do trabalho teríamos de desenvolver em qualquer suporte uma reflexão sobre qual seria o paradigma do pós-modernismo. 

O objeto mecânico não poderia ser posto de parte e por isso liguei-o à ideia de hipnotização com o movimento giratório do saca rolhas.

A hipnotização resultou de uma reflexão pessoal acerca da arte atual, porque somos levados a crer cada vez mais que tudo é arte, logo, somos hipnotizados, 

Defini então como paradigma atual: o Vazio



Vitória  Paiva | 11°F

No trabalho pedido tínhamos de escolher um melhor objeto mecânico. Eu escolhi um quebra nozes.
Quebra nozes
1º Fase
Na primeira fase do trabalho tivemos de fazer uma pesquisa  sobre o movimento artístico futurismo. Onde tínhamos de escolher um obra desse mesmo movimento.
Depois da obra escolhida tínhamos de entrelaçar o objeto com a obra escolhida.
Começando primeiro com um estudo do objeto e da própria obra escolhida. E depois juntando os dois estudos dando o trabalho final.
Giacomo Balla - "Stretto Light"
(Obra escolhida)
Estudo do objeto 

Estudo da obra

Resultado finalguns do trabalho
2º Fase
A segunda fase tivemos de fazer um trabalho com o nosso objeto mecânico numa visão contemporânea. Com base numa pesquisa sobre o paradigma da arte contemporânea.
 Eu usei como base deste trabalho o movimento do quebra nozes que tem como significado do movimento constante e repetitivo do mundo, hoje em dia.
O próprio mundo ou sociedade não muda muito. É sempre constante pode mudar de vez em quando como o próprio quebra nozes, mas mesmo assim é sempre constante.
É isso que eu estou representando com pequenos get animation.

http://picasion.com/
http://picasion.com/ http://picasion.com/
http://picasion.com/ http://picasion.com/
http://picasion.com/ http://picasion.com/
http://picasion.com/

Até a própria noz tem uma metáfora, pois esta representa a comunidade. Esta comunidade é controlada pelas redes sociais, produção em massa e das tendências. Fazendo com que nós deixamos de ter um eu para tornar um nós. Quebrando a nossa individualidade como a noz é quebrada.

junho 04, 2018

Recriação e Paradigmas - Manuel Paiva, 11ºF


Objeto: FURADOR


Foi-nos pedido, pela professora,  que escolhecemos um objeto mecânico que tivesse movimento.
Escolhi um furador dado que não é tão obvio como os outros que estão ao meu alcance. Os barulhos que faz e o facto de não furar completamente uma folha interessou-me para o retratar através dessas veias artísticas. (No vídeo ouve-se o som que o furador faz)


1ª Fase: FUTURISMO  | Recri(e)ação

Na primeira fase deste trabalho recorri a uma pesquisa sobre o movimento artístico futurismo, cuja estética utilizava bastantes traslações, sobreposições, repetições e distribuições óticas como forma de mostrar umo dinanismo nos objetos. Consequentemente, queria escolher uma obra que mostrasse todos esses processos de síntese, e, como perfiro não seguir o caminho mais óbvio, decidi escolher um frame do filme Thaïs (1917) que foi um dos primeiros filmes mudos expostos no grande ecrã.


Comecei por querer incorporar o furador numa espécie de cenário, para uma cena de um filme, assemelhando-se com a imagem acima. Aqui estão os primeiros estudos:






O material principal utilizado foi o pastel de óleo. O trabalho final é o apresentado:



2ª Fase: ARTE CONTEMPORÂNEA (Paradigma)

Após a execução do último trabalho foi nos proposto uma visão mais contemporânea sobre o objeto escolhido, utilizando aquilo que achamos ser o paradigma da arte pós-moderna. Segundo uma outra pesquisa, as características desta época que se salientam são as seguintes:

·        Sociedade da informação, tecnologia e novas mídias
·         Subjetividade e liberdade artística
·         Arte de pouca durabilidade
·         Abandono dos suportes tradicionais
·         Mistura de estilos artísticos
·         Utilização de diferentes materiais
·         Fusão entre a arte e a vida
·         Aproximação com a cultura popular
·         Questionamento sobre a definição de arte
·         Interação do espectador com a obra


   Dessa forma, decidi criar uma instalação que se submetesse a essas características. Outra vez estão aqui alguns rascunhos, esboços, com algumas ideias que tive (nem todas foram usadas na peça final):




O meu objetivo principal era projetar um filme em loop numa folha grande furada. Quis dar bastante enfase ao ponto e ao furo dado que esse é um produto resultante do furador. O filme projetado é este:


                                           

O filme pode ser dividido em quatro cenas:

1- Bolas - em vários dos frames aparecem quadrados com um buraco pelo qual podemos ver um olho, um dedo, uma língua e uma mamílo. Sinto que não tem nenhuma explicação lógica, apenas acho que tem muita beleza e chama a atenção.

2- Furador- o furador apresenta-se com tal rapidez a ser apertado para mostrar a rapidez com que a informação é transmitida nas novas tecnologias e redes socias.

3- Telefone - uma pessoa (o modelo é Joana Franco), recebe o furador de uma outra pessoa e começa a apertá-lo perto do seu ouvido. Isto assemelha-se à informação que é passada lhe passada através das midias sociais, tais informações que são transmitidas numa espécie de jogo de telefone estragado.

 3.1 - Vomito - a personagem depois limita-se a cuspir a informação que recebeu, através de papelinhos que foram furados com o furador. Isto refete no ato das pessoas limitarem-se a transmitir aquilo que recebem sem refletirem realmente no que estão a ouvir. A personagem depois volta a passar o furador a outra pessoa e assim consequentemente.

4- Roda - a personagem depois está constantemente à volta como forma de consequência do estado que fica após de receber a informação.O movimento para além de também representar a forma de um ponto, também representa o estado de insanidade em que a personagem estava na realidade. 

O som também tem um papel importante neste instalação. O ranger repetitivo do furador, é tão irritante e cansativo, assemelhando-se ao tal ato do passar a informação apenas por espelhar.

Em conclusão aqui estão algumas fotos da instalação no seu estado final:









Apesar de não aparecer nas fotografias também espalhei no chão os papelinhos das folhas furadas, juntamente com o furador, também, abandonado no chão.