novembro 26, 2018

Francisca Santos| 12º ano

"O ciclo da autopunição"

O concurso Medeiros Cabral propõe-nos discutir de que forma a arte fala da vida, dos afetos e do poder. Tendo em conta este tema, numa primeira fase foi-me proposto pela professora Alexandra tirar fotos do rosto e das mãos. Com isso em mente, fiz uma pequena seleção das fotos que melhor exprimiam a mensagem que procurava transmitir e comecei por uni-las num conjunto que me parecesse coeso.






Durante as minhas pesquisas, decidi usar a impressão digital já que a nossa identidade de certo modo está associada a ela. Decidi realçar o rosto, os olhos e a boca pois são estes os traços que fazem de nós quem somos e diferencia-nos de todos os outros. Para remeter à ideia da impressão digital, decidi trabalhar com a linha e o uso do papel de acetato foi propositado para que houvesse transparências. (Nesse caso apresento o esboço).












 Obviamente que este cenário cabe a cada um tirar as suas próprias conclusões, mas aquilo que imaginei quando o estava a fazer seria uma pessoa em conflito consigo própria, acabando por ela ser a vítima e o agressor.
 Aqui está o início do meu trabalho original, ainda inacabado: 







Para este trabalho vali-me de grafites, tinta acrílica laranja e amarela, cartão e papel de acetato.


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